18/10/2011
17/10/2011
16/10/2011
chalotas em tabuleiros
11/10/2011
10/10/2011
02/10/2011
o segundo canteiro ...

... com a plantação de 24 pés de alho francês, alguns pés de alho e a sementeira de espinafres

o segundo canteiro um mês depois (4 de novembro)
30/09/2011
primeiras plantações no canteiro 1


As couves de Inverno/Primavera intercaladas com as alfaces, que apresentam um crescimento mais rápido e, após a colheita, permitem a criação do repolho das crucíferas.
A primeira imagem é de 30 de setembro e a segunda foi obtida 3 semanas depois, a 20 de outubro.
A primeira imagem é de 30 de setembro e a segunda foi obtida 3 semanas depois, a 20 de outubro.
25/09/2011
o primeiro passo da minha "horta com terra"
24/09/2011
a minha primeira "horta sem terra"

plantação das couves e alfaces em 21.09.2011
uma fonte de inspiração sustentável (ver) e uma outra da sociedade de consumo (ver também).
Um mês depois, a 20 de Outubro, o crescimento é evidente:
uma fonte de inspiração sustentável (ver) e uma outra da sociedade de consumo (ver também).
Um mês depois, a 20 de Outubro, o crescimento é evidente:

07/07/2010
05/07/2010
CL homesteading
O projecto Casa da Latoeira (CL) vai iniciar a sua fase de sustentabilidade. A busca de formas de auto-suficiência, a aplicar gradualmente, está no seu momento de arranque: auto-suficiência de energia, aproveitamento das águas da chuva, reciclagem de matérias orgânicas, produção de alimentos biológicos, ou alojamento turístico alternativo*, são exemplos de processos sustentáveis que se querem abarcar e que se encontram no conceito que, em inglês, se sintetiza na palavra homesteading.
Este blogue servirá como registo contínuo e frequente, dos passos dados na procura dessas ideias de sustentabilidade e de liberdade, simples e realistas, com ou sem sucesso. Numa fase posterior, poderá servir como suporte para a divulgação dos processos mais elaborados que alguns privilegiados proprietários de espaços de habitação com as características desta CL, igual a tantas outras, pretendam implantar.
Não será um projecto bilingue, mas fará referência à profusão de iniciativas dos países anglo-saxónicos. O que se quer é divulgar soluções em Portugal, mesmo em português.
(*) até ao momento o único projecto aplicado, embora só uma vez, na modalidade de troca de casa ou home exchange.
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